A ‘pior decisão da história’: para jogar Copa, ele trocou Islândia pelos Estados Unidos; e se deu mal

ESPN.com.br

Mauro critica 'projeções' de sucesso dos EUA e aprova indignação no país: 'É um vexame muito grande'

A classificação da Islândia para a Copa do Mundo de 2018 foi, com toda certeza, uma das grandes histórias do futebol mundial em 2017. Mas uma pessoa não deve guardar o feito como uma boa lembrança na memória.


Filho de islandeses, Aron Johannsson nasceu no Alabama, nos Estados Unidos. Com dupla cidadania ele pode escolher qual seleção defenderia em sua carreira, mas acabou fazendo a opção que, hoje, se mostra como a errada.

Seu primeiro contrato profissional da carreira foi com o islandês Ungmennafélagio Fjönir. Depois se destacou no Aarhus, da Dinamarca, e foi defender o AZ Alkmaar, da Holanda. Com tanto brilho, defendeu as cores da Islândia na seleção sub 21 entre 2011 e 2012.

Então sua dupla nacionalidade entrou em ação. Com 22 anos ele foi convidado por Jürgen Klinsmann, então técnico da seleção norte-americana, para defender os EUA.

“Minhas chances de se classificar para uma Copa do Mundo serão muito maiores com os Estados Unidos”, declarou o atacante ao aceitar deixar os islandeses para trás, em 2014.

Após classificação inédita à Copa, torcida da Islândia dá show ao lado da seleção

Em 2018, Johannsson, que defende o Werder Bremen na Bundesliga, poderá assistir à seleção da Islândia na Copa pela TV, já que os Estados Unidos não vão para a Rússia.